segunda-feira, 24 de outubro de 2011

ABORTO PRÁTICA CRIMINOSA

PRÁTICA CRIMINOSA
 
O aborto é prática criminosa, negativa, anti-ética e anticosmoética em quase todos os níveis, instâncias e circunstâncias morais, sociais e espirituais. Sob o ponto de vista consciencial é muito complexo analisar, mas somente no caso de um estupro, o aborto, veja bem, será atenuado como causa kármica. 
 
O prejuízo pessoal-consciencial de quem pratica o aborto é muito maior do que perder o casamento, ficar "defamada", brigar com os pais ou até mesmo ser expulsa do lar. Mais vale a pena assumir o bebê sozinha e em condições aparentemente desfavoráveis do que ser triplamente infeliz mais tarde.
 
Quando digo ser infeliz, estou sendo mais amplo do que você leitor imagina. O aborto trás grande consciência de culpa aos pais (ao homem também ao contrário do que se pensa!) e trás desequilíbrios físicos (de saúde), psicológicos, espirituais-bioenergéticos-kármicos. Até a saúde do homem também pode ser mais ou menos prejudicada conforme o caso. O aborto em casos mais graves pode causar até impotência sexual masculina.
 
O prejuízo kármico é tão grande que boa parte das vezes vem na mesma vida retificar o erro dos pais. O pai de filho abortado tem a ter doenças e acidentes no joelho esquerdo. O aborto é pior que assassinato a mão armada. É isto mesmo! Um bandido que assalta e mata adquire menos karma que os pais que praticam o aborto.  Reencarnação é um caso sério. É como desafiar Deus. Abortar é matar um ser na condição mais indefesa e covarde que se possa imaginar no templo da existência. 
 
O ser que se candidata a reencarnar num certo casal indica que há um compromisso kármico, sério, anterior assumido em que não se deve fugir. Quando se foge do karma ele aumenta e fica mais forte. Quem acha que pode praticar um ato abominável deste e sair impune está muito enganado. O karma negativo é adquirido tanto pelo pai como pela mãe em condições iguais. Com certeza absoluta o pai que não dá apoio emocional, psicológico e financeiro dentro de suas possibilidades adquire o mesmo karma ou até maior que se imagina, pois em tempo de gravidez a mulher fica hipersensível. 
 
Talvez você ache que Deus é um burro que não percebe nada, talvez você se ache esperto demais, mas não há saída: assumir o bebê pode ser um fardo pesadíssimo, mas abortá-lo é um fardo 100 vezes maior.
Quem aborta não acredita em Deus, nem em si, nem no bem, nem nos amparadores, anjos da vida e nem em nada. Talvez a Lei Magna Justa do Karma vá lhe transformar no feto abortado na próxima vida, digo, na próxima tentativa de reencarnar. Isto não é ameaça ou vingança, é a Lei de Causa e Efeito gerada por nós mesmos.  "A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória"

 
UMA HISTÓRIA REAL
 
Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se: 
- Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.
Indaga o médico: 
- Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça?
A mulher, já esperançosa, respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.
O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher:
- Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:
- Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer... Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco. 
A mulher apavorou-se:
- Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!!
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida. O crime é
exatamente o mesmo e o pecado, diante de Deus, exatamente o mesmo.

Texto extraído do Expresso Vida nº 28 (03 de Setembro de 2000), adaptado por Mely.
 

VISÃO ESPIRITUAL DO ABORTO
Por Wagner Borges

O aborto é como um espelho partido. Quando as pessoas notam as conseqüências espirituais do ato leviano, já há vários feridos, cortados pela natureza do desespero e pela imaturidade dos envolvidos no processo. Daí, só há um remédio: o carma surge e passa a "pomada do destino" nos cortes de todos, e sussurra ao tempo para que una os cacos do espelho partido na alma imatura.

O futuro vem por aí e atrairá os responsáveis pelo aborto para o devido reajuste consciencial.
Que as pessoas "pobres de espírito" se acautelem, pois há "cacos cármicos" espalhados em seus caminhos.
 
***
Em troca do prazer, muita gente comete loucuras e destrói o próprio equilíbrio. O culto exarcebado do hedonismo remete seus adoradores aos vales da loucura, presos a viciações de difícil solução. Os homens devem se precaver contra os tentáculos da ilusão do desejo desenfreado.
 
***

A clínica de abortos é um verdadeiro antro de trevas na face da Terra. É como um alçapão de dores, tragando o equilíbrio vital das criaturas. O profissional aborteiro e seus assistentes são autênticos médiuns das trevas, vertendo no mundo os raios de insanidade e destruição.

Que os interessados em um aborto pensem no seguinte: há magotes de espíritos umbralinos ligados energeticamente aos profissionais do aborto. Eles aderem às auras de mulheres infelizes e de pessoas coniventes com o ato, e usam-nas como portais energéticos para disseminar diversos ataques extrafísicos aos alvos humanos adredemente escolhidos.

Quem faz um aborto, além de se predispor a ajustes cármicos futuros com o aborteiro e com seus asseclas, ainda se submete à ação deletéria de espíritos obsessores (às vezes, por longo tempo) em sua vida.

- Ramatís e Os Iniciados - Recebido espiritualmente por Wagner Borges


REPERCUSSÕES ENERGÉTICAS CAUSADAS PELO ABORTO

 
É mais fácil freqüentar uma "fábrica de anjos"* e submeter-se aos cortes de um asqueroso profissional do aborto (açougueiro) do que assumir a responsabilidade pelos próprios atos.

Muitos homens covardes são coniventes com o aborto de suas mulheres e, às vezes, até incentivam-nas ao ato hediondo, mediante pressões variadas.

Muitas vezes, o aborto pode acarretar terríveis assédios espirituais aos responsáveis pela sua execução.

O aborto provoca sérios bloqueios energéticos nos chacras sacro (sexual) e básico da mulher (e, por vezes, até em seu companheiro), podendo acarretar no futuro vários problemas como: falta de vitalidade sexual, predisposição para sérias doenças na área genito-urinária e diversos problemas de natureza psicológica ou espiritual.

Às vezes, o bloqueio energético desce para a aura das pernas e acarreta distúrbios vibratórios nos chacras dos joelhos. Isso explica porque várias mulheres (e até seus companheiros) apresentam problemas em algum dos joelhos após o aborto.

Há uma coisa que não entendo: como algumas pessoas que estudam os assuntos espirituais e têm noção das leis de causa e efeito, cometem um aborto, mesmo sabendo das conseqüências?

Qualquer sensitivo bem desenvolvido pode observar, pela clarividência, as várias manchas escuras aderidas na aura da mulher que fez um aborto, bem como na aura do homem (ou parentes) que induziram-na ao ato tormentoso. Às vezes, por conta disso, observa-se também, "pencas de espíritos densos" agarrados no campo energético da pessoa.

Para as pessoas envolvidas em um aborto e que honestamente tomaram consciência da besteira que fizeram, há um excelente método para corrigir o problema:

TENHAM UM FILHO! AMEM A CRIANÇA (DO JEITO QUE ELA VIER) E TOQUEM A BOLA PARA A FRENTE!

Não adianta ter autoculpa pelos erros cometidos, pois o passado já se foi. É melhor crescer consciencialmente agora, vivendo o momento presente de maneira sadia e buscando agir corretamente da "próxima vez".

Algumas pessoas, mesmo tomando consciência das tolices cometidas, ainda continuam orgulhosas e teimosas. Outras procuram jogar a culpa no bode expiatório mais conveniente, dizendo algo como: "A culpa é sua, pois se houvesse mais compreensão de sua parte, nada disso teria acontecido!"

Entretanto, quem optou (e pagou) para transformar o útero em um cemitério foi a própria pessoa.

Não sou puritano, moralista ou ortodoxo espiritualmente. Meu objetivo ao escrever este texto não é ferir ou condenar ninguém, mas esclarecer! Reconheço que o assunto é duro e espinhoso, mas tem que ser abordado de maneira direta e clara. Além do mais, os amparadores extrafísicos que me ajudam têm me orientado a falar mais sobre este assunto.

Tenho duas filhas (Helena e Maria Luz) e só quem tem filho conhece o fluxo de amor que se abre no coração por esses pequeninos que o Criador nos emprestou por um tempo de vida.**

Para os interessados em pesquisar as repercussões espirituais do aborto, sugiro a leitura do ótimo livro de Luiz Sérgio, "Deixe-me viver" (Editora Rema) e os vários livros do espírito André Luiz (psicografados por Francisco Cândido Xavier; FEB)

- Wagner Borges -

* Fábrica de anjos: gíria popular carioca para designar a clínica que faz abortos.

"Vossos filhos não são vossos filhos. Eles são os filhos e filhas da ânsia da própria vida. Eles vêm através de vós, mas não de vós. E, embora estejam convosco, eles não vos pertencem. Vós sois o arco, através do qual vossos filhos vos foram enviados, como setas vivas."
- Kalil Gibran (1883-1931), maravilhoso escritor libanês, autor do célebre livro "O Profeta".

 

CARMA


Ainda há pouco, após escrever uma carta para uma pessoa, explicando-lhe as conseqüências cármicas do aborto, percebi espiritualmente no ambiente a presença de Ramatís e de alguns espíritos pertencentes à equipe extrafísica da Cia. do Amor. "Pegando um gancho" no tema da carta, eles me ditaram o seguinte:

"Quem tem créditos espirituais na praça, que se exponha.
Quem tem débitos espirituais, que se recolha!"

 
***

"Quem quiser um "quinhão de luz", que comece a construir algo bom.
Porém, quem quiser um "quinhão de dor", é só destruir o que for importante."

 
***

"As provas retificadoras estão aí para serem cumpridas à risca. Quem se acovarda, agrava o débito cármico. Isso é LEI CÓSMICA; é causa e efeito vital na vida de cada um. Que os fracos de espírito se acautelem, pois ninguém burla a justiça espiritual."
 
***

"Muitos espíritos reencarnam na Terra com a missão de fazer coisas boas e importantes. Porém, durante a romagem terrena, engolfam-se em energias viscosas e intenções deprimentes, enredando o próprio destino em malhas da perturbação espiritual. Perdem-se nos meandros do orgulho e projetam as farpas cármicas nas próprias estradas evolutivas que trilharão nos dias vindouros."
***

"Quem quiser crescer espiritualmente não tem alternativa: é fundamental evitar todo tipo de mal e aumentar consideravelmente a virtude!"
 
***

"De vez em quando, uma "sacudidela cármica" se faz necessária. É dolorida, mas é saudável. Faz pensar e nos leva à novos rumos..."
 
***

"O varejão cármico está sempre aberto e com várias ofertas aos viajantes do destino. Quem quiser pagar mais caro, cometa muitas besteiras. Quem quiser saldar as velhas dívidas, faça coisas boas na vida. Mas, acima de tudo, quem quiser ampliar os créditos espirituais, seja LUZ NAS ATITUDES O TEMPO TODO!"

 
***

"A verdadeira vitória pertence a quem não bate!"

 
***

"O carma avisa: o cabeça dura de hoje será o cabeça mole de amanhã!"

 
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"O trem da vida está passando... Com o tempo virá o trem da morte e é impossível perdê-lo, pois ele arrasta todos os passageiros na direção da estação de prestação de contas da Natureza."

 
***

Está impresso em um dístico cármico do Além o seguinte enunciado: "O detonador de hoje será o sofredor de amanhã. Contudo, o benfeitor que se esforça hoje, já é a luz maravilhosa de agora, amanhã e sempre..."

- Ramatís e Cia. do Amor (A Turma dos Poetas em Flor)
Recebido espiritualmente por Wagner Borges - Textos extraídos do livro "Viagem Espiritual III" - Editora Universalista.
 

IMPOSSÍVEL NÃO SE COMOVER

Um fotógrafo (Michael Clancy) fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para corrigir um problema de espinha bífida, realizada no interior do útero materno, num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica. Nunca imaginou que a sua máquina fotográfica registraria talvez o mais eloqüente grito a favor da vida conhecido até hoje. Enquanto o fotógrafo Michael Clancy cobria, na Universidade de Vanderbilt, em Nashville, Tennessee, Estados Unidos, o que considerou uma das boas notícias no desenvolvimento deste tipo de cirurgia, captou o momento em que o bebê (Samuel Alexander Armas) tirou a sua mão pequenina do interior do útero da mãe, tentando segurar um dos dedos do médico Dr. Paul A. Harris, que o estava a operar. A foto, espetacular, que pôde ser vista no anexo, foi publicada por vários jornais dos Estados Unidos e a sua repercussão cruzou o mundo até chegar na Irlanda, onde se tornou uma das mais fortes bandeiras contra a legalização do aborto. 
A pequena mão que comoveu o mundo pertence a Samuel Alexander, cujo nascimento deverá ter ocorrido no passado dia 28 de Dezembro (no dia da foto ele tinha quase 5 meses de gestação). Quando pensamos bem nisto, a foto é ainda mais eloqüente. A vida do bebê está literalmente presa por um fio. Os especialistas sabiam que não conseguiriam mantê-lo vivo fora do útero materno e que deveriam tratá-lo lá dentro, corrigindo a anomalia fatal e voltar a fechar o útero para que o bebê continuasse o seu crescimento normalmente. Por tudo isso, a imagem foi considerada como uma das fotografias médicas mais importantes dos últimos tempos e uma recordação de uma das operações mais extraordinárias registradas no mundo. Agora, o Samuel tornou-se o paciente mais jovem que já foi submetido a este tipo de intervenção e é bem possível que, fora do útero da mãe, Samuel Alexander Arms aperte novamente a mão do Dr. Bruner. 
A apresentadora de televisão Justine McCarthy disse que ser impossível não se comover com a imagem poderosa desta mão pequenina que segura o dedo de um cirurgião e nos faz pensar em como uma mão pode salvar vidas. Obs: A legalização do aborto foi proibida na Irlanda, em um plebicito popular realizado no começo de março 2002.
 
A página onde se pode ler a notícia, em inglês:
HTTP://WWW.LAVA.NET/~HIGAK/CHAIN/OTHER/BABYSAMUEL.HTM


Em português, o artigo da Dra. Daniella Gomes Nobre
Fonte:http://www.clubedobebe.com.br/HomePage/fatoseimagens.htm

DIÁRIO DE UMA CRIANÇA QUE NÃO NASCEU


Dia 5 de outubro - Ah! Hoje teve início a minha vida. Papai e mamãe não sabem. Eu sou menorzinha do que a cabeça de um alfinete. Mas já sei: vou ter os olhos do papai e os cabelos castanhos ondulados da mamãe. Isto também é certo; eu sou menina.

19 de outubro - Hoje, começa a abertura da minha boquinha. Dentro de um ano, que bom! Vou poder sorrir, quando os meus pais se inclinarem sobre o meu berçinho! Minha primeira palavra? Mamã...

23 de outubro - Meus braços e mihas perninhas começam a crescer. E vão continuar crescendo, até ficarem perfeitos!

12 de novembro - Ué! Agora, nas minhas mãozinhas, as unhas estão despontando ... Que beleza!

29 de novembro - Hoje, pela primeira vez, mamãe percebeu, pelo bater do seu coração, que me traz no seu seio. Ah! Meu Deus, quem sabe da sua grande alegria!

3 de dezembro - Todos os meus órgãos estão completamente formados. Ih! Eu já estou grandinha...

11 de dezembro - Logo mais, já poderei ver luz, flores e cor. Deve ser tão bonito!... Sobretudo, o que me enche de alegria, no meu pensamento, é poder ver minha mamãe.

12 de dezembro - Crescem-me os cabelos e as sobrancelhas. Como ficará contente minha mãezinha com a sua filha querida!

24 de dezembro - Ih! Meu coração está pronto. Graças a Deus! Meu coração não tem nenhum defeito. Vou ser uma menina cheia de vida e de saúde. Todos vão ficar alegres com o meu nascimento.

28 de dezembro - Ah! Meu Deus! Hoje, minha mãe me matou!

Desconheço o autor

ALERTA ABORTO


Conseqüência natural do instinto de conservação da vida é a procriação, traduzindo a sabedoria divina, no que tange à perpetuação das espécies.

Mesmo nos animais inferiores a maternidade se expressa como um dos mais vigorosos mecanismos da vida, trabalhando para a manutenção da prole.

Ressalvadas raras exceções, o animal dócil, quando reproduz, modifica-se, liberando a ferocidade que jaz latente, quando as suas crias se encontram ameaçadas.

O egoísmo humano, porém, condescendendo com os preconceitos infelizes, sempre que em desagrado, ergue a clava maldita e arroga-se o direito de destruir a vida.

Por mais se busquem argumentos, em vãs tentativas para justificar-se o aborto, todos eles não escondem os estados mórbidos da personalidade humana, a revolta, a vingança, o campo aberto para as licenças morais, sem qualquer compromisso ou responsabilidade.

O absurdo e a loucura chegam, neste momento, a clamorosas decisões de interromper a vida do feto, somente porque os pais preferem que o filho seja portador de outra e não da sexualidade que exames sofisticados conseguem identificar em breve período de gestação, entre os povos supercivilizados do planeta...

Não há qualquer dúvida, quanto aos "direitos da mulher sobre o seu corpo", mas, não quanto à vida que vige na intimidade da sua estrutura orgânica.

Afinal, o corpo a ninguém pertence, ou melhor nada pertence a quem quer que seja, senão à Vida.

Os movimentos em favor da liberação do aborto, sob a alegação de que o mesmo é feito clandestinamente, resultam em legalizar-se um crime para que outro equivalente não tenha curso.

Diz-se que, na clandestinidade, o óbito das gestantes que tombam, por imprudência, em mãos incapazes e criminosas, é muito grande, e quando tal não ocorre, as conseqüências da técnica são dolorosas, gerando seqüelas, ou dando origem a processos de enfermidades de longo curso.

A providência seria, portanto, a do esclarecimento, da orientação e não do infanticídio covarde, interrompendo a vida em começo de alguém que não foi consultado quanto à gravidade do tentame e ao seu destino.

Ocorre, porém, na maioria dos casos de aborto, que a expulsão do corpo em formação, de forma nenhuma interrompe as ligações Espírito-a-Espírito, entre a futura mãe e o porvindouro filho.

Sem entender a ocorrência, ou percebendo-a, em desespero, o ser espiritual agarra-se às matrizes orgânicas e, à força da persistência psíquica, sob frustração do insucesso termina por lesar a aparelhagem genital da mulher, dando gênese a doenças de etiologia mui complicada, favorecendo os múltiplos processos cancerígenos.

Outrossim, em estado de desespero, por sentir-se impedido de completar o ciclo da vida, o Espírito estabelece processos de obsessão que se complicam, culminando por alienar-se a mulher de consciência culpada, formando quadros depressivos e outros, em que a loucura e o suicídio tornam-se portas de libertação mentirosa.

Ninguém tem o direito de interromper uma vida humana em formação.

Diante da terapia para salvar a vida da mãe, é aceitável a interrupção do processo da vida fetal, em se considerando a possibilidade de nova gestação ou o dever para com a vida já estabelecida, face à dúvida ante a vida em formação...

Quando qualquer crime seja tornado um comportamento legal, jamais se enquadrará nos processos morais das Leis Soberanas que sustentam o Universo em nome de Deus.

Diante do aborto em delineamento, procura pensar em termos de amor e o amor te dirá qual a melhor atitude a tomar em relação ao filhinho em formação, conforme os teus genitores fizeram contigo, permitindo-te renascer.

Livro: Alerta - pelo espírito Joanna de Ângelis - Psicografia de Divaldo Pereira Franco

LIVRO ABORTO A LUZ DO ESPIRITISMO
AUTOR: Eliseu Florentino da Mota Jr.
EDITORA: O Clarim

Prefácio:

Notas sobre o aborto e a sociedade permissiva

A acreditar nas estatísticas da Organização Mundial da Saúde, ocorrem no Brasil mais de dois milhões de abortos provocados, o que equivaleria praticamente ao número de nascimentos.

Curiosamente, esta comprovação não suscita nenhum movimento expressivo em favor da vida, mas pelo contrário exaspera certos ânimos no sentido de que se despenalize essa prática clandestina. Ao mesmo tempo em que se luta contra a mortalidade infantil, pede-se a legalização do aborto. A que se deve semelhante disparidade ?

Se, há alguns anos, mal se podia obter uma anuência relutante dos partidários do aborto mostrando-lhes que o feto devia ser protegido ao menos como expectativa de vida, hoje, graças aos avanços da embriologia, não há quem discuta que o feto é desde o momento exato da fecundação um ser humano. Por que então a incoerência?

Indo diretamente ao fundo das coisas, pode-se dizer que a bandeira pró-abortista não passa de um corolário-limite do movimento de emancipação da mulher. A reivindicação da plena igualdade do homem e da mulher havia de acabar levando a que esta quisesse usar do sexo sem olhar a conseqüências. Daí a defesa dos anticoncepcionais e, como garantia última, a tese da legalização do aborto.

Não adiantava esclarecer que o feto não pode ser considerado parte do corpo da mãe, suscetível de ser eliminado como se elimina uma verruga no rosto. Não adiantava mostrar que esse ser humano é, desde as primeiras horas, absolutamente independente da mãe, que é ele quem comanda o seu próprio desenvolvimento, e mais: que é ele quem dá as ordens à mãe. Também não adiantava fazer ver que o concebido, como diz o Prof. Jerôme Lejeune, se aloja no seio materno como o cosmonauta na sua cápsula espacial: sem esta morreria, mas nem por isso cabe na cabeça de ninguém dizer que é a nave espacial que cria o cosmonauta.

Assistiu-se então ao desfilar de opiniões ao desbarato, oriundas de figuras femininas notáveis nos mass-media, que se erigiam em mestras de direitos humanos para proclamarem que o direito humano era delas, não do filho gerado (Folha de S. Paulo, 07.06.84). Como é que uma artista de cinema podia deixar crescer o tumor, se com isso iria prejudicar as filmagens? (Isto é, 21.09.83, pág. 39). E por aí afora.

Mas como em ninguém fica bem o egoísmo cruel, vinha a pincelada da reivindicação social: quem mais sofre com a penalização do aborto são as mães de condição modesta que, não podendo recorrer aos serviços médicos do Estado, caem nas mãos da clandestinidade e correm forte risco de vida, como se demonstra pelos 400.000 casos anuais de atendimento médico no país em conseqüência de abortos mal feitos. As mulheres ricas vinham assim em ajuda das mulheres pobres, e reclamavam para estas o mesmo que uma delas dizia ter tido para os seus dezesseis abortos, com todos os meios à sua disposição (Isto é, 21.09.83).

É de mencionar a cobertura que deram a esta reivindicação certos órgãos de imprensa, não só porque numa imprensa livre é de bom tom tudo referir e debater e, aliás, não é com bons sentimentos que se faz bom noticiário, mas também porque por trás estava o lobby do comércio do sexo, empenhado na liberação sexual e nas suas práticas descartáveis.

Mas está também o interesse do Estado. Quando se vê que o esboço do texto constitucional ora em estudo (* esse artigo foi escrito em 1987) não se atreveu a inserir um preceito claro protegendo a vida a partir da concepção, fica-se a pensar o que realmente pretenderão as forças que atuam na configuração futura de uma sociedade que se quer mais humana. Não sabem elas que o primeiro dos direitos humanos, a fonte de todos os demais, é o direito à vida? Sabem, sim, mas não é nada mau deixar as mãos livres ao legislador ordinário para que, consoante as circunstâncias, possa socorrer-se do aborto como meio de controle da natalidade. Mais um, o meio extremo, mas estatisticamente de peso extraordinário.

Duas coisas entre tantas, brutalmente elementares, ressaltam no jogo mais consciente ou menos consciente da luta pró-aborto: o nivelamento dos valores humanos por baixo e a miopia na condução da coisa pública.

Quando as feministas reclamam plena igualdade sexual com o homem e, como se lê em artigo publicado na Folha de S. Paulo (cad. Mulher, 26.06.84, pág. 11), "colocam a questão do aborto como essencial ao movimento de emancipação da mulher das suas amarras patriarcais e da exploração tradicional do seu papel de reprodutoras", o que fazem é dar por boa uma visão da sexualidade que degrada quem a aceita, seja homem, seja mulher.

Sabe-se que o sexo, se quiser ser um valor humano, tem que ser manifestação do amor interpessoal, coisa de que os animais não são capazes, e há de estar aberto à vida, com toda a carga de responsabilidades que suscita, tanto para a mulher como para o homem. Não se pode evitar a impressão clara de que, ao pretenderem equiparar-se ao homem no uso insolidário do sexo, as mulheres querem para elas a mesma dignidade do homem-animal. Com isso, não somente contrariam as leis da natureza, de que deriva o equilíbrio racional dos indivíduos e da sociedade, mas ambicionam a sua própria destruição, antes de mais nada pelo trauma do aborto, e depois pelo aniquilamento da feminilidade, magnificamente associada ao mistério da maternidade. Não há dúvida de que é um nivelamento por baixo.

Mas desce-se ainda mais e eleva-se a categoria de raciocínio válido a idéia de que, se o aborto é uma prática generalizada, deve ser legalizado. Já se tem feito ver, sem necessidade de chegar a precisões filosóficas ou sociológicas, que, nesse caso, se deveria proceder do mesmo modo com tantas outras mazelas da nossa conjuntura histórica. Se vêm aumentando os crimes, os roubos à mão armada, a corrupção dos "colarinhos brancos", por que não proteger esses direitos humanos e dar-lhes o amparo da lei? Outra vez o nivelamento por baixo.

Miopia

Mas o outro aspecto não é menos assustador: a visão míope dos responsáveis na condução da coisa pública. O Estado deixou de ser, em amplas parcelas, o elemento ordenador da sociedade, aquele que a chama à razão em nome do bem de todos, incumbido de canalizar e potenciar as verdadeiras forças e aspirações do corpo social, para ser apenas o cúmplice e o instrumento todo-poderoso desse nivelamento por baixo.

Numa sociedade de consumo, a pessoa se vê tão dominada pelo individualismo mais selvagem que não se importa de lançar-se nos braços do estatismo mais asfixiante para garantir uma liberdade sem responsabilidade. Paradoxalmente, é o liberalismo mais cego que reclama a manipulação do Estado no que há de mais íntimo ao homem: o direito a ser respeitado, sem pressões nem injunções, nos seus modos de ser pessoa. É evidente que, invadida a autonomia da família pelo Estado, quase nada mais escapará à sua ação. Não se demorará a pedir que o Estado suprima seres humanos em atenção a critérios eugenésicos, que se chegue à eutanásia para eliminar seres não produtivos. Há Estados que hoje trilham os mesmos caminhos nazistas, com a agravante de que o fazem em nome e em defesa da liberdade individual.

A miopia salta aos olhos. Um Estado inclinado a favorecer a prática das técnicas anticoncepcionais e a calar perante o aborto ou a abrir-lhe uma pequena fresta legal, tenta melhorar a renda por cabeça diminuindo o número de cabeças pelas quais dividir o produto nacional bruto. É uma solução de curto alcance, de quem empurra os problemas com a barriga, pois não há dúvida de que, em prazo não superior a duas gerações, estarão criadas todas as condições para uma população decrescente e envelhecida. Não faltam experiências históricas e dos nossos dias que o atestam.

O imediatismo leva a procurar panacéias. A visão de Estado leva a implantar soluções. E sabe-se que a alavanca da solução sempre esteve num crescimento racional da população. Onde há uma boca que come há dois braços que trabalham, e onde há uma população jovem em demanda de trabalho há um estímulo para os investimentos e há um frêmito de criatividade.

Essa miopia torna-se aflitiva em toda a questão mais abrangente da expansão sadia da família, célula de uma sociedade em que os valores humanos não se hão de impor de cima para baixo, mas devem surgir da autenticidade das consciências. E não se trata de uma utopia.

O ser humano nasce de uns pais, tem direito a uma família unida, baseada no respeito à vida e no esmero com os filhos realmente desejados. Sem as estridências do consumismo, sem as angústias da escassez. Cabe aos governantes propiciar às famílias esse ar respirável, orientando o desenvolvimento econômico do país para níveis mínimos de desafogo. Mas cabe-lhe antes mudar o clima antifamília e antinatalidade que domina as mentalidades na geração do egoísmo.

De pouco serve os responsáveis obcecarem-se com o problema econômico se paralelamente sustentam o direito à dissolução do vínculo conjugal quantas vezes se quiser e por que motivo for, se equiparam sem a menor ressalva o matrimônio legítimo ao concubinato, se fazem alarde de uma campanha que tem por base a rejeição social do filho, não só mediante uma informação indiscriminada sobre os métodos do controle da natalidade, como pela inexistência de facilidades para as famílias numerosas ou das que ao menos estejam acima do crescimento zero. Não há dúvida de que se trata de uma situação de miopia, que a seu tempo terá de pagar o seu preço. Com a diferença de que não se resgata uma situação de descaso pela família e de repulsa ao filho com a facilidade com que se implanta.

Na última parte do livro Aborto e Sociedade Permissiva (Editora Quadrante, 1987), o prof. Walter Moraes apresenta um pequeno elenco de medidas, detendo-se sobretudo na adoção, capazes de oferecer opções válidas para a pura eliminação do feto. São medidas que, com variantes, são reclamadas dos órgãos legislativos e governamentais em todos os países.

A par dessas medidas específicas, impõe-se porém todo um clima de favorecimento dos valores da vida, próximos e remotos: condignos salários-família, alojamento, transportes, serviços médicos, acesso à educação, e uma vigilância responsável pelo nível humano do caudal de informações e entretenimentos, sem receio de se cair no controle ideológico, mas resgatando esses meios de comunicação do patológico e do nivelamento por baixo.

O caso do aborto é, hoje em dia, um caso-limite. Mas é bom que vivamos uma época em que o nível de dignidade humana claramente retrocedeu em alguns pontos vitais, sob o argumento de defendê-la. Precisamente por isso, porque não se pode descer mais baixo, talvez seja a oportunidade de recomeçar a subir. Tudo está a exigir dos responsáveis que elevem as suas miras para espaços verdadeiramente humanos, até os ares puros da visão racional e audaz da condição humana no seu devir histórico.

Fonte: Extraído da nota editorial do livro Aborto e Sociedade Permissiva, de Pedro-Juan Viladrich, 1a Edição, Editora Quadrante, São Paulo, 1987

A questão do aborto e da sua legislação situa-se hoje no centro de um debate apaixonado, que além das discussões médicas e legais envolve as bases da moral e da sociedade.
Divulgue essa página para outras famílias e amigos.
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