terça-feira, 22 de abril de 2014

FUNDAMENTAÇÃO DO MINISTÉRIO DA VISITAÇÃO

FUNDAMENTAÇÃO DO MINISTÉRIO DA VISITAÇÃO

         Não se entende o Ministério de Evangelização das Famílias sem visitas. Visitar é reconhecer que o outro existe. Há visitas que fazem bem e outras que machucam. Visitar é sair de si, é romper a casca do egoísmo; é marcar presença significativa no outro. Visitar é saber escutar, dar o melhor de si para que o outro cresça como sujeito, como pessoa autêntica.
         As visitas são sempre situadas, dependem das situações. Há visitas para festejar; outras para socorrer; outras ainda para partilhar sonhos e preocupações comuns; outras simplesmente para escutar. Visitar é uma arte, que exige profundidade, sensibilidade, atenção à situação das pessoas. As boas visitas deixam as pessoas à vontade, derrubam barreiras, quebram preconceitos, despertam sentimentos autênticos, criam laços, abrem caminhos antes impensáveis. As visitas feitas com amor fazem bem, enriquecem, humanizam; elas são uma bênção.
         Jesus sempre caminhava e visitava. Ele foi um missionário itinerante. Andava por toda a Galiléia, visitando sinagogas e casas de família. Foi visitar a sogra de Pedro que se achava doente. Devolveu-lhe saúde e resgatou sua dignidade (Marcos 1,29-31). Entrou na casa de Zaqueu, o chefe de cobradores de impostos na região de Jericó. Foi uma visita que lhe mudou radicalmente a vida (Lucas 19,1-10). Foi à casa de Mateus, um cobrador de impostos recém-convertido (Mateus 9,9-13). Essa visita gerou muita fofoca e críticas por parte dos fariseus. Visitou muitas vezes as irmãs Marta e Maria para tomar refeição, partilhar amizade e sonhos do Reino de Deus (Lucas 10,38-42). Nas visitas, Jesus deixava as pessoas bem à vontade, como quando na casa de um fariseu uma mulher fez gestos considerados impróprios. Conhecida na cidade como pecadora, a mulher chorava aos pés de Jesus; com as lágrimas banhou-lhe os pés; em seguida os enxugou com os cabelos, cobriu-os de beijos e os ungiu com perfume (Lucas 7,38). Jesus valorizou aqueles gestos que eram motivados por amor sincero.
         Quando Jesus enviou em missão seus primeiros discípulos, como uma espécie de prova, deu, entre outras, a seguinte orientação: “Não fiquem passando de casa em casa” (Lucas 10,7), isto é, não façam visitas sem rumo, perdendo tempo e tomando o tempo dos outros.
         Assim também querem ser as visitas dos missionários de hoje. São visitas marcadas pela escuta. Eles sabem acolher e valorizar as boas notícias do Reino acontecendo (Mateus 9,37-38) e não somente semear (Marcos 4,3-9). Louvam e agradecem pelas coisas boas; tiram lições de vida. Conforme os terrenos que encontram, vão lançando sementes, com convicção, com fé, com gratuidade, sem exigir retorno, como recomendou Jesus: “Vocês receberam de graça, dêem também de graça” (Mateus 10,8).
         Os missionários visitam as pessoas não somente nas casas; gostam também de encontrá-las e conversar com elas na rua, no trabalho, no lazer. Não se prendem a formalismos, não ficam na retranca ou acanhados; conseguem descongelar corações frios, derrubar barreiras, fazem as pessoas se sentirem à vontade; constroem relações de simpatia, de abertura, de busca. Nas visitas eles carregam o mesmo sonho de Jesus, despertando caminhos de conversão, fortalecendo esperança, denunciando falsos valores, articulando energias novas.
Eles visitam com gosto, porque consideram os outros como pessoas, como irmãs e irmãos da grande família humana. Não se deixam bloquear por preconceitos, mas também não são ingênuos. Levam sempre em conta as situações sociais e culturais das pessoas, das famílias; sabem escutar anseios e preocupações, sonhos e alegrias, vitórias e derrotas, sacrifícios e fragilidades. Longe de qualquer fanatismo, eles querem ser uma presença viva de Jesus e mensageiros da paz.
Os missionários não querem visitar com pressa todas as casas de uma rua, de uma só vez. Eles preferem antes comunicar às pessoas o desejo de visitá-las e entram nas casas quando percebem que serão bem acolhidos; não forçam. Entrando nas casas, sobretudo se não são conhecidos, se apresentam de maneira simples e humilde, como missionários da paz e da vida, do Evangelho de Jesus. Eles são e sentem-se enviados pela Igreja Católica; quando necessário, fazem questão de dizê-lo. Sabem que isso é grande responsabilidade; procuram cumprir a missão com dedicação e fidelidade.
Nas visitas, privilegiam relações fraternas, bem como a escuta da Palavra de Deus, quando as pessoas visitadas estão interessadas. Mostram a beleza e a importância da participação na vida da comunidade cristã. Não fazem sermões, não divulgam normas e leis, não fazem catequese demorada, pois o lugar mais indicado para isso é a comunidade cristã.
Não fazem questão de levar a Bíblia nas mãos ou debaixo do braço; preferem guardá-la com respeito e carinho numa pasta simples ou na mochila. Não abrem logo a Bíblia; sabem que a Palavra de Deus revela-se, sobretudo, em suas posturas e atitudes. Conforme a situação, sabem transformar o encontro em clima de oração, lendo ou lembrando algum fato ou mensagem de Jesus; em seguida, convidam a fazer orações espontâneas e, se for o caso, uma bênção final da casa e das pessoas. Eles fazem da visita um encontro personalizado, desejado, vivido, uma festa.
Nas visitas, se forem solicitados, os missionários poderão exercer o serviço do aconselhamento, com carinho, com responsabilidade e clareza. Quando perceberem que se acham inseguros diante de certos assuntos, devem sugerir ou providenciar a visita do padre ou de outras pessoas mais capacitadas.
Se a família visitada vive afastada da Igreja, os missionários irão partilhar a caminhada da Igreja com suas luzes e sombras; darão testemunho da beleza da comunidade em nossa vida e convidarão as pessoas visitadas a participar ativamente. Assim, eles gravam, no coração, as lições de vida que aprendem nas visitas e partilham o que acham mais oportuno nas celebrações.

1.    O PERFIL DO MISSIONÁRIO VISITADOR

         Na Igreja do Brasil há experiências diferentes do Ministério da Visitação que, em nossa Fraternidade, convencionamos chamar de Ministério de Evangelização das Famílias. Elas são um sinal positivo de criatividade na ação pastoral e evangelizadora. As diferenças enriquecem. Aqui queremos somente traçar um perfil básico do Missionário Visitador, que se faz necessário para qualquer tipo de Ministério da Visitação. O perfil é fruto de experiências avaliadas e refletidas.

O que é e como deve atuar o Missionário Visitador
         Identidade é o que caracteriza uma determinada pessoa ou instituição, distinguindo-a de outras. Qual é a identidade do Missionário Visitador? O que é necessário para que ele cumpra bem sua missão? O que não lhe pode faltar? Vejamos as características mais significativas.
         O Ministério da Visitação é um meio e não um fim em si mesmo. Sua razão de existir está no serviço que presta às famílias e à Igreja. Ele se inspira na missão de Jesus de Nazaré. Deseja atualizar a missão de Jesus hoje, no aqui e agora, levando sempre em conta a realidade sócio-cultural. É um instrumento especial para cultivar relações interpessoais sinceras, solidárias, combatendo a praga do anonimato e da indiferença. É um jeito próprio de ser missionário, sem fanatismo, com gratuidade, de forma intensiva e extensiva, através do testemunho de vida e do anúncio do Evangelho.

O que não é e o que não deve fazer o Missionário Visitador
         As características vistas acima já dizem o que o Missionário Visitador não deve ser nem fazer. Será preciso bastante atenção e avaliação permanente para não cair nesses perigos. Eis alguns alertas.
         O Ministério da Visitação é um serviço missionário da Igreja para a evangelização da família, que deve envolver as comunidades, as pastorais específicas e os movimentos apostólicos. Não pode ser um trabalho pastoral paralelo, desligado da comunidade e das pastorais e movimentos; nem deve ser um trabalho pastoral a mais. Não se trata de uma pesquisa religiosa, para saber quem freqüenta a igreja e os sacramentos, quem é casado ou não. Não visa dar palestras para corrigir erros doutrinais ou para divulgar normas morais. Não é a solução mágica dos problemas pastorais e sociais da paróquia. Não visa ser uma demonstração de poder e de força dos católicos ante outros cristãos. Não deve ser um grupo de pregadores fanáticos para arrebanhar novos adeptos. Se o Ministério da Visitação for exercido dessa maneira, terminaria sendo fogo de palha, ativismo desgastante e superficial.

2.    FORMAÇÃO E ESPIRITUALIDADE DO MISSIONÁRIO VISITADOR

         Para um fiel católico exercer com eficiência e eficácia o Ministério de Evangelização das Famílias precisa receber uma boa formação. Por isso, não está certo chamar alguém para exercer esse Ministério, sem uma adequada formação, apenas com algum folheto na mão, dado de última hora. O Missionário Visitador deve ser um sujeito ativo, consciente, co-responsável, criativo, fecundo. Isso exige tempo, escuta, meditação, oração, estudo, partilha. O ativismo, o fazer por fazer, não forma, não educa.
         Uma atenção especial deve ser dada à espiritualidade do Missionário. Espiritualidade não é só um conjunto de ritos, gestos e devoções religiosas. É ter “os mesmos sentimentos de Jesus” (Fl 2,5). Daí a importância do estudo do Evangelho. Para quem quer ser missionário, o estudo do Evangelho do ano litúrgico é compromisso moral sério.
         Eis, a seguir, alguns traços de espiritualidade para o Missionário Visitador.
Antes de tudo, ele não deve esquecer sua situação concreta. É a partir dela que ele busca ser missionário. Deve se sentir missionário no seu dia-a-dia, e não somente durante as visitas às famílias.
Ele sente que não se pertence, e sim pertence à mesma missão de Jesus; carrega sua mesma paixão: “Devo anunciar a Boa Notícia do Reino de Deus também para as outras cidades, porque é para isso que fui enviado” (Lc 4,43). Organiza suas energias, seu tempo e seus dons, em favor da missão. Não anda empurrado, e sim toma iniciativa. Anda por onde tem gente, sobretudo lá onde a vida é ameaçada e humilhada. É alguém que escuta, vê, sente alegria e tristeza, cultiva sonhos, experimenta derrotas, abre sempre caminhos de esperança. É alguém que crê no serviço missionário e o faz com o maior gosto, com gratuidade e humildade.
Ele vai até o povo, mas sem massificar, sem reduzir as pessoas a número. Procura conhecer as pessoas pelo nome e estabelece com elas relações amigas, personalizadas, tirando-as do anonimato. Ama e defende a vida, sobretudo a vida dos marginalizados e excluídos.
Ele não fala de Jesus a toda hora, mas também não se cala na hora de professar publicamente sua fé e seu anseio de segui-lo. Fala de Jesus na hora certa, para a pessoa certa, sem agredir, sem impor. Não é um vendedor ambulante da Palavra de Deus, que obriga os outros a aceitá-la, de qualquer jeito. Não lança pragas e castigos contra os que são de outra religião. Sabe que a melhor maneira de anunciar Jesus é testemunhá-lo, no cotidiano da vida, crendo e praticando os valores do Evangelho.
Ele rompe barreiras, quebra preconceitos, supera bloqueios. Gosta de abrir caminhos novos, mas sem cair em superficialidades. Sabe recordar, com gratidão, o passado; viver, com paixão, o presente; e se abrir, com confiança, para o futuro. Pela missão, é capaz de fazer renúncias corajosas e exigentes.
         Ele marca presença positiva e ativa na comunidade; é reconhecido por ela e por ela se sente enviado. Na medida do possível, ele vai deixando aos poucos outras tarefas, para priorizar a missão e as visitas a pessoas afastadas e a áreas necessitadas. Sente o maior prazer em animar as comunidades e em ajudar a criar outras.
         Ele tem um grande carinho pela Igreja Católica e respeita as outras Igrejas. Reconhece o valor de tudo o que há de bom, venha de onde vier, e, ao mesmo tempo, questiona e denuncia as falhas. Sabe que o seu serviço não é cargo vitalício nem profissão, mas sabe dar tudo de si, com gratuidade e fidelidade.
  
3.    ORIENTAÇÕES PASTORAIS PARA O MISSIONÁRIO VISITADOR

Objetivos do Visitador:
- Levar às famílias a presença de Jesus, através do testemunho missionário e do anúncio do Evangelho.
- Escutar com atenção e interesse a família, procurando conhecer sua realidade e suas preocupações.
- Levar para a família visitada uma mensagem de vida e de esperança centrada na pessoa de Jesus Cristo.
- Descobrir entre os membros das famílias visitadas novas lideranças e animar as lideranças já existentes.
- Despertar nas famílias visitadas o espírito de solidariedade e de boa vizinhança.
- Motivar as famílias para a prática da solidariedade e para a participação na vida comunitária.
- Proporcionar o engajamento das pessoas na vida da comunidade e na paróquia.

Atitudes do Visitador: ouvir, acolher, ser discreto, evitar conflitos, ter um sinal de identificação (um crachá ou uma camiseta), levar consigo a Bíblia, um frasco com água benta, uma vela e as orações apropriadas.






4.    SUGESTÃO DE ROTEIRO PARA AS VISITAS MISSIONÁRIAS

Saudação inicial: A paz de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja nesta casa! A paz esteja contigo!

Apresentação: Quem somos? (Dizer nome, família, endereço, profissão, religião, ministério eclesial)
Quem nos enviou? Estamos em nome de que comunidade, paróquia e pároco da Igreja Católica?
Por que estamos aqui? (Falar de sua experiência pessoal com Jesus e de sua vivência comunitária)
Escutar o que a família visitada tem a dizer.

Leitura bíblica: Gênesis 1,26-31 (Bênção do homem e da mulher).
Salmo 24 (Quem tem as mãos limpas e o coração puro terá a bênção do Senhor).
Efésios 1,3-14 (Jesus é a grande bênção para todos nós).
Lucas 19,1-10 (Encontro de Zaqueu com Jesus).

Reflexão: A partir da leitura bíblica, deixar uma mensagem de fé e esperança para a família visitada.

Preces: Fazer algumas preces curtas pelas necessidades apresentadas pela família visitada.

Oração da Bênção (se houver): Senhor Deus, abençoa os membros desta família, sua casa e todos os seus bens! Proteja-os e livra-os dos perigos e das tentações! Anima-os no compromisso familiar e comunitário! Torna-os testemunhas de vida nova. O Senhor os abençoe e os guarde! O Senhor lhes mostre sua face misericordiosa e tenha piedade deles! O Senhor lhes mostre o seu rosto e lhes conceda a paz! Amém!

Aspersão: O Visitador convida a família para rezar o Pai Nosso e, durante a oração, asperge as pessoas e a casa com água benta. Conclui a visita com o Abraço da Paz.

Observações importantes: Caso a família peça para dar a bênção e fazer a aspersão da casa ou uma oração por alguém da família que está doente, o Visitador deve estar preparado para fazê-lo. Também não se esqueça de convidar as pessoas da família para a celebração da Palavra ou da Eucaristia (Missa) na Comunidade do bairro.

5.    SUGESTÃO DE RITO DE ENVIO DOS MISSIONÁRIOS VISITADORES

Sugestão: O envio seja feito após o Rito da Comunhão, antes da Bênção Final. Os missionários e as missionárias poderiam ser convidados a dirigir-se à frente do Altar e, depois do Rito do Envio, enquanto se canta o Canto de Envio, eles sairiam em procissão, dois a dois, em direção à porta principal, destacando o sentido da missão evangelizadora que se dá “no mundo”, nas famílias, nas casas, na convivência, na relação fraterna.

Presidente: Deus Pai de bondade, nossa Diocese de Luz assumiu o compromisso de transformar nossas paróquias em rede de comunidades missionárias e, para isso, instituiu o Ministério de Evangelização das Famílias, com a finalidade de ser um ministério de visitação e bênção para todos os lares. Sabemos que, no vosso amor de Pai, sois Vós mesmo que visitais vosso Povo para consolar e animar, para sustentar e fortalecer, para alegrar e dar felicidade, para oferecer vida nova e plena para todos. Para esta visita especial que fazeis às nossas famílias, contais com nossa colaboração e ação missionária, para que chegueis a todos os recantos, em especial aqueles que estão mais afastados de Vós. Conscientes da nossa responsabilidade, queremos dar nossa resposta de fé e coragem, de disponibilidade e serviço.

Canto: Eis-me aqui Senhor! Eis-me aqui Senhor!
Pra fazer Tua Vontade pra viver do Teu Amor, Pra fazer Tua Vontade pra viver do Teu amor
Eis-me aqui Senhor!
! (bis)

Presidente: Senhor Jesus, Missionário do Pai, enviastes outrora discípulos e discípulas com a missão de anunciar por todo o mundo a Boa Nova do vosso Reino de amor, de solidariedade e da paz. Olhai, com bondade, para os Evangelizadores e Evangelizadoras dos novos tempos, que hoje assumem o Ministério de Evangelização das Famílias, e derramai sobre eles e elas as luzes do vosso Espírito Santo. Animados e fortalecidos pela força da Palavra de Deus e pela eficácia do testemunho, conduzam todas as famílias desta paróquia a encontrar-vos e experimentar-vos como Caminho, Verdade e Vida.

Canto: vai trabalhar pelo mundo afora! eu estarei até o fim contigo! está na hora, o senhor me chamou. senhor, aqui estou! (bis)

Padre: Divino Espírito Santo, “Pai dos pobres” e “Doador dos dons”, Vós sois o protagonista da ação pastoral e evangelizadora de toda a Igreja! Infundi em nossos Visitadores e Visitadoras o vosso amor e a vossa graça, o vosso discernimento e a vossa sabedoria, para que, superando todas as barreiras de raça, sexo, religião e cultura, possam comunicar para todos que a Boa Nova do Reino de Deus só se realiza no respeito ao pluralismo sadio que converge para a unidade da Trindade.

Canto: A nós descei, divina luz! A nós descei, divina luz! Em nossas almas acendei 
O amor, o amor de Jesus!  
(bis)

Padre: Maria, Mãe da Igreja, Primeira Discípula do Projeto de Deus e Estrela da Evangelização, cobri com vosso manto protetor nossos Missionários e Missionárias! Seguindo o vosso exemplo e dizendo seu “sim” consciente e generoso, sejam fiéis à missão de evangelizar com muito amor e renovado ardor.

Canto: Ó vem conosco, vem caminhar, Santa Maria, vem! (bis)

Padre: Que por intercessão de São Rafael Arcanjo, Padroeiro Diocesano, desça sobre vós a bênção de Deus todo-poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo, e permaneça para sempre em vossa missão. Amém!


Canto: Sou bom pastor ovelhas guardarei, Não tenho outro oficio nem terei
                Quantas vidas eu tiver eu lhes darei
(bis)

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